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Tuesday, June 08, 2021

irmã de criolo morre vitima de covid-19.

 Irmã do cantor Criolo morre aos 39 anos vítima da Covid


Irmã do cantor Criolo morre aos 39 anos vítima da Covid

Cleane Gomes deixou um filho de 12 anos

Nesta segunda-feira (7), Maria Vilani, mãe do rapper Criolo, revelou que a filha, Cleane Gomes, morreu vítima da Covid-19 aos 39 anos.

Maria Vilani fez uma homenagem para a filha: "Foi boa mãe, boa filha, boa irmã, magnífica tia, uma excelente amiga e professora, uma grande artista circense e cênica, artista plástica, compositora e poeta", afirmou. 


"(...) Sinto no meu coração e na minha alma que você partiu no seu momento de partir, se não fosse a Covid-19, seria qualquer outro motivo. Você realmente terminou a sua missão nesse plano, em 5 de junho de 2021. Seria egoísmo não aceitar a sua libertação", lamentou Maria na despedida.

O rapper Criolo ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/1811709/irma-do-cantor-criolo-morre-aos-39-anos-vitima-da-covid


Monday, May 31, 2021

estudo do anticorpos da covid pode durar a vida toda !

 Estudo: Anticorpos resultantes de Covid leve podem durar "toda a vida"


Estudo: Anticorpos resultantes de Covid leve podem durar "toda a vida"


Investigadores recolheram amostras de sangue e de medula óssea de doentes com sintomas ligeiros de Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, e identificaram células produtoras de imunoglobulinas passados 11 meses após o surgimento da infeção.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, sugere que indivíduos que sofreram de quadros leves de Covid-19 podem continuar fabricando anticorpos contra o coronavírus SARS-CoV-2 durante toda a vida, reporta um artigo publicado na revista Galileu.

O novo estudo divulgado na revista Nature aponta que episódios repetidos da patologia pandêmica são provavelmente pouco frequentes.

Segundo os investigadores, 11 meses após a infeção com sintomas ligeiros, os pacientes envolvidos na pesquisa ainda detinham células imunológicas capazes de produzir anticorpos.

Ali Ellebedy, co-autor do estudo, explicou num comunicado emitido à imprensa: "é normal que os níveis de anticorpos diminuam após a infeção aguda, mas não chegam a zero; estabilizam-se. Encontramos células produtoras de anticorpos em indivíduos 11 meses após os primeiros sintomas. Essas células viverão e produzirão anticorpos pelo resto da vida das pessoas". 

O estudo incluiu amostras de sangue de 77 indivíduos, recolhidos com intervalos de três meses a partir de um mês após a infeção pelo novo coronavírus. Sendo, que a vasta maioria dos voluntários sofreu de quadros ligeiros de Covid-19, embora seis tenham sido hospitalizados.

Também foram analisadas mostras de medula óssea de 18 pessoas, entre sete e oito meses após a doença.

Depois de quatro meses, foram recolhidas novas amostras de cinco participantes. 

Conforme destaca a revista Galileu, os níveis de anticorpos no sangue dos participantes com a doença diminuíram nos primeiros meses, estabilizando-se posteriormente. Constatando-se surpreendentemente a presença de células produtoras dessas substâncias em 15 das amostras de medula óssea de indivíduos que padeceram de Covid ligeira. 

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1809085/estudo-anticorpos-resultantes-de-covid-leve-podem-durar-toda-a-vida


Tuesday, May 25, 2021

depois que começou a pandemia , o sono de muitos paulista foi afetado.

 Pandemia afeta o sono de metade dos moradores de São Paulo

Pandemia afeta o sono de metade dos moradores de São Paulo

Entre os que tiveram diagnóstico de covid-19 em casa, 64% tiveram alterações no sono

A pandemia de covid-19 causou insônia ou excesso de sono em 50% da população da capital paulista, segundo pesquisa divulgada hoje (25) pela Rede Nossa São Paulo.

O estudo, que avaliou os impactos da pandemia na saúde e na educação dos moradores da cidade, mostrou que 44% das pessoas têm sofrido mudanças bruscas de humor e 43% delas sentem angústia e medo.

Para elaboração da pesquisa, a empresa Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC) ouviu 800 pessoas com mais de 16 anos, entre os dias 12 e 29 de abril, em todas as regiões da cidade e distribuídas em perfis que levam em consideração idade, classe social e raça.

Atualmente, cerca de 7 em cada 10 residentes da cidade de São Paulo não têm plano de saúde (69%). O número é três pontos percentuais maior do que o registrado em 2018, quando 66% disseram não contar com planos privados. O percentual dos que têm plano caiu de 31% para 29% no período, sendo que 2% não quiseram ou não souberam responder à questão.

A proporção de pessoas com plano de saúde é consideravelmente maior na zona oeste da cidade (53%), onde estão concentrados alguns dos bairros com maior renda da capital paulista. Na zona leste apenas 19% têm plano de saúde. O número de pessoas com plano de saúde também é maior entre brancos (39%) do que entre negros, sendo que 80% dos pretos e pardos declararam não ter planos.

No último ano, 77% da população utilizou o Sistema Único de Saúde (SUS) de alguma forma, sendo que 15% do total não usou nenhum sistema de saúde e 8% foram atendidos exclusivamente pelo setor privado. Usaram exclusivamente o SUS, 29% dos residentes na cidade. O serviço de saúde pública mais usado é a distribuição de medicamentos, usufruído por 55% da população, seguido pelo atendimento ambulatorial (54%).

Ao menos uma pessoa foi diagnosticada com covid-19 em 23% dos domicílios da cidade. Entre os entrevistados, 34% disseram que ao menos uma pessoa no local onde mora procurou um serviço público de saúde para ser atendido em relação à doença e 26% buscou serviços privados devido a preocupações com o novo coronavírus.

Entre os que tiveram diagnóstico de covid-19 em casa, 64% tiveram alterações no sono e 57% sofreram com angústia ou medo.

Com relação a crianças e adolescentes que frequentam escolas, 45% dos entrevistados informaram dificuldades com as aulas remotas devido à falta de internet com velocidade adequada. Problemas em manter os filhos concentrados foram relatados por 39% e 32% disseram não ter os equipamentos adequados para educação à distância.

Entre os que têm filhos, 21% disseram que pelo menos um jovem ou criança sob sua responsabilidade abandonaram os estudos durante a pandemia. O índice é maior entre os mais jovens: 37% na faixa entre 16 e 24 anos; 27% entre os negros; e 26% entre os moradores da zona leste.

As dificuldades com conexão e internet foram apontadas como razão de 57% das desistências na escola, seguida pela falta de celulares e computadores adequados (38%) e as dificuldades de concentração (34%).

Com informações da Agência Brasil

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1807415/pandemia-afeta-o-sono-de-metade-dos-moradores-de-sao-paulo